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11.03.2018 | 15:06:00 - Atualizada em 11.03.2018 | 11:06:42 Variedades

Tecnologia: vilã ou aliada?




A internet pode ser considerada vilã ou aliada na vida das pessoas. Com ela podemos ‘resolver’ a vida. Pagamos contas, conseguimos ver através do vídeo pessoas que moram longe, reservamos hotéis, ouvimos música, podemos ‘viajar’ navegando nela. Entretanto, quando o seu uso pode ser prejudicial? A Organização Mundial de Saúde classificou o uso excessivo da tecnologia como doença.

O vício na internet não é brincadeira. Quando a pessoa viciada fica sem conexão, ela pode ter surtos. Quando usa em excesso, causa estresse. O estresse por excesso vem porque causa uma ansiedade constante, que aumenta o nível de cortisol. Segundo a neuropediatra Liubiana Araujo, isso é muito prejudicial para a cognição, inteligência emocional e saúde física.

Quando o indivíduo ainda está em formação, como é o caso das crianças e adolescentes, os estragos são maiores. Por isso os pais devem restringir o acesso à tecnologia, como explicou a pediatra e consultora do Bem Estar Ana Escobar.

A recomendação é programar os horários para a criança usar a tecnologia de forma recreativa. Lembre-se que as crianças são como esponjas, por isso, dê o exemplo. E procure atividades lúdicas, que estimulam a atenção e o raciocínio. Veja o que diz a Academia Americana de Pediatria:

- De zero a dois anos: sem telas.
- De dois a cinco anos: 1h30 por dia, com conteúdo fracionado e em horários específicos (nunca na hora da refeição e nem duas horas antes de dormir).
- A partir dos cinco anos: duas horas por dia de conteúdos adequados (é melhor fracionar o tempo).

Fonte: Bem Estar/G1

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